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Meio Ambiente
Governo cria três novas unidades de conservação na Mata Atlântica
Foto: Reprodução

Criação da APA da Foz do Rio Doce e de duas reservas de desenvolvimento sustentável no Paraná somam mais de 47 mil hectares de novas áreas protegidas no bioma

O governo federal adiantou a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente com a assinatura na terça-feira (3) de decretos que criam três novas unidades de conservação, todas na Mata Atlântica e de uso sustentável. A maior delas é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, no Espírito Santo, com 45.017 hectares, criada como parte do acordo judicial de reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem do Fundão, há dez anos. E outras duas reservas de desenvolvimento sustentável no Paraná.

 

O rompimento da barragem, localizada em Mariana (MG), despejou toneladas de rejeitos no rio, afetou diretamente 39 municípios e causou a morte de 19 pessoas, num rastro de danos ambientais e socioeconômicos ao longo dos 630 km do rio Doce até sua foz, no Espírito Santo.

 

A criação da APA, nos municípios capixabas de Linhares e Aracruz, abrange áreas terrestres e marinhas, incluindo a planície costeira da foz do Rio Doce. A unidade de conservação ajuda a proteger ainda a única área continental de desova da ameaçada tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) no Brasil.

 

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A expectativa é que o zoneamento da APA ajude também a manutenção de atividades como a pesca artesanal e apoie as comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas da região.


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O rompimento da barragem, localizada em Mariana (MG), despejou toneladas de rejeitos no rio, afetou diretamente 39 municípios e causou a morte de 19 pessoas, num rastro de danos ambientais e socioeconômicos ao longo dos 630 km do rio Doce até sua foz, no Espírito Santo. A criação da APA, nos municípios capixabas de Linhares e Aracruz, abrange áreas terrestres e marinhas, incluindo a planície costeira da foz do Rio Doce. A unidade de conservação ajuda a proteger ainda a única área continental de desova da ameaçada tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea) no Brasil.

 

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A expectativa é que o zoneamento da APA ajude também a manutenção de atividades como a pesca artesanal e apoie as comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas da região.

 

Fonte: O Eco
 

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