Parte dos novos percentuais já entrou em vigor; o restante passa a valer a partir de março
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o recente aumento do Imposto de Importação sobre mais de mil itens importados tem um caráter regulatório e protetivo, com o objetivo de fortalecer a produção nacional diante da concorrência externa. Haddad disse que a medida não deve ter impacto significativo nos preços ao consumidor, já que a maioria dos produtos afetados é produzida no Brasil.
As alíquotas foram elevadas pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex), podendo subir até 7,2 pontos percentuais em algumas categorias. Entre os itens estão eletrônicos como smartphones, freezers e painéis de LED, além de máquinas e equipamentos industriais usados em diversos setores. Parte dos reajustes já entrou em vigor, e o restante começará a valer no mês de março.
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Haddad argumentou que, se houver produtos sem similar nacional, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços pode zerar imediatamente o imposto de importação sobre esses itens, evitando prejuízo ao mercado e ao consumidor. Ele também rebateu críticas de opositores, afirmando que a medida serve para combater práticas de concorrência desequilibrada e estimular empresas estrangeiras a investir em produção no Brasil.

Foto: Reprodução
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O governo estima que a mudança pode gerar cerca de R$ 14 bilhões adicionais em receitas para os cofres públicos em 2026, contribuindo para cumprir as metas fiscais previstas.