O surto causou três mortes. Duas dessas pessoas tiveram resultado positivo e a terceira é considerada um caso provável, de acordo com o último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS)
O surto de hantavírus ligado ao cruzeiro MV Hondius já alcança pelo menos seis países, segundo informações divulgadas por autoridades internacionais de saúde. O caso vem sendo monitorado pela Organização Mundial da Saúde após mortes e confirmações da doença entre passageiros e tripulantes da embarcação.
Os países com registros de pessoas infectadas ou monitoradas após exposição ao vírus incluem Estados Unidos, Reino Unido, França, Espanha, Holanda e Alemanha. Passageiros dessas nacionalidades estavam a bordo do cruzeiro e passaram a ser acompanhados por autoridades sanitárias após o avanço do surto.
O navio, que realizava uma expedição internacional com passageiros de dezenas de nacionalidades, virou alvo de operação sanitária internacional depois que casos graves começaram a ser identificados durante a viagem. Até o momento, o surto já deixou mortos e vários passageiros precisaram ser evacuados para tratamento ou quarentena.
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Segundo a OMS, os casos estão ligados ao chamado vírus Andes, uma variante rara do hantavírus considerada a única capaz de transmissão entre humanos em determinadas circunstâncias, normalmente envolvendo contato próximo e prolongado.
As autoridades de saúde internacionais seguem monitorando passageiros que desembarcaram em diferentes países, já que o período de incubação da doença pode levar semanas. Em alguns locais, viajantes foram colocados em isolamento e submetidos a acompanhamento médico constante.
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O caso provocou alerta global porque surtos de hantavírus costumam ser raros, especialmente envolvendo transmissão associada a um cruzeiro internacional. Apesar disso, especialistas afirmam que o risco de pandemia segue considerado baixo, já que a transmissão do vírus não ocorre com facilidade como em doenças respiratórias comuns.