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Harry é acusado de abandonar a caridade após se casar com Meghan
Foto: Reprodução/Internet

Príncipe Harry foi criticado por ter perdido o interesse em instituição de caridade africana após ter se casado com Meghan Markle

O príncipe Harry foi acusado de se afastar da instituição de caridade Sentebale, localizada em Lesoto, África. A ONG foi criada em 2006 por ele e pelo príncipe Seeiso – irmão mais novo do rei do país africano –, contudo, desde que se casou com Meghan Markle, o duque de Sussex tem se ausentado dos deveres institucionais.

 

Chefe da ONG, Khoabane Theko foi o responsável por criticar o príncipe britânico por não visitar a instituição “com mais frequência” desde o casamento, dando a entender que a ex-atriz de Sussex teve influência nessa displicência de Harry nos últimos anos.

 

“Quando [Sentebale] foi lançado, lembro-me de suas palavras vividamente, porque ele foi muito forte ao dizer ‘minha mãe [a princesa Diana], este lugar, sua paixão pela África’ e tudo mais”, lembrou Theko ao The Telegraph.

 

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Em seguida, o chefe da instituição acrescentou: “Ele é uma figura amada por sua franqueza, mas sua perda de interesse matou totalmente o espírito de sobrevivência do Sentebale”, continuou ele. “Não vejo [Harry] desde que ele se casou”.

 

A primeira visita do duque de Sussex à Sentebale em seis anos foi em outubro de 2024. Mesmo com a recente aparição do duque de Sussex na ONG, Theko observou que ficou “perturbado” quando Harry e Meghan viajaram para Botsuana, na África, em 2016, e não fizeram ao menos uma parada em Lesoto.

 

Toda a confusão sobre o abandono da instituição de caridade por Harry e Seeiso ganhou força em março, quando ambos renunciaram os cargos na ONG por conta de uma crise interna e emitiram uma declaração conjunta sobre a decisão.

 

“É devastador que o relacionamento entre os administradores da instituição de caridade e o presidente do conselho tenha se deteriorado irreparavelmente, criando uma situação insustentável”, disseram. Os príncipes ainda acrescentaram que estavam de “coração partido”.

 

As intrigas começaram após cinco membros do conselho administrativo pedirem a renúncia da presidente, a advogada Sophie Chandauka, que assumiu o cargo em julho de 2023. No entanto, a líder da ONG continuou no cargo e todos os conselheiros críticos foram demitidos.

 

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Além disso, o The Sun relatou no início deste mês que Meghan Markle “nunca gostou” da presidente. O site ainda noticiou que Chandauka supostamente achava a esposa de Harry “rude” desde uma partida de polo em 2024. “Não queria se misturar ou se envolver com aqueles que apoiavam o evento”, afirmou uma fonte ao veículo.

 

Fonte: Metrópoles

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