Pesquisa publicada na Nature diz que a duração do sono, insuficiente ou excessivo, são indicadores de uma saúde precária
Um novo levantamento científico reforça que o excesso de sono não deve ser ignorado e pode estar ligado a impactos importantes na saúde, incluindo sinais de envelhecimento mais acelerado do organismo.
A condição conhecida como hipersonia é caracterizada por sonolência excessiva ao longo do dia e necessidade de dormir por longos períodos, mesmo após uma noite considerada “normal” de descanso. Em alguns casos, a pessoa segue com cansaço constante e dificuldade para permanecer acordada, o que afeta rotina, trabalho e qualidade de vida.
Pesquisas recentes indicam que tanto dormir pouco quanto dormir demais pode estar associado a maior risco de problemas metabólicos, cardiovasculares e até declínio cognitivo. Estudos também apontam que alterações no sono podem influenciar processos celulares ligados ao envelhecimento, incluindo mecanismos de reparo cerebral e inflamação do organismo.
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Especialistas explicam que o sono em excesso, principalmente quando não é reparador, pode ser um sinal de distúrbios subjacentes como depressão, alterações hormonais ou outros problemas de saúde. Além disso, a hipersonia pode prejudicar atenção, memória e energia ao longo do dia.
Apesar disso, médicos reforçam que dormir bem continua sendo essencial, e o ponto central é o equilíbrio. A recomendação geral costuma ficar em torno de 7 a 8 horas por noite, com variações individuais, desde que o sono seja contínuo e de boa qualidade.
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O alerta dos pesquisadores é que mudanças persistentes no padrão de sono, seja para mais ou para menos, merecem avaliação médica, já que podem ser um indicativo importante do estado geral de saúde do organismo.