Americano foi condenado a 10 anos de prisão por ocultar a morte da mãe; autoridades não divulgaram a causa do falecimento
Um homem de 35 anos foi condenado a 10 anos de prisão após ser considerado culpado de ocultar a morte da própria mãe, nos Estados Unidos. Jason Christopher Campbell afirmou às autoridades que a mulher havia sido abduzida por alienígenas, mas policiais encontraram os restos mortais dela carbonizados no quintal da residência onde os dois moravam, no estado da Geórgia.
O caso começou em 6 de janeiro de 2025, quando Marie Campbell, de 65 anos, foi dada como desaparecida. Familiares e conhecidos procuraram pela mulher, enquanto seus pertences, incluindo carro, bolsa, documentos e telefone celular, permaneceram na casa.
No dia seguinte, Jason ligou para o serviço de emergência e afirmou que a mãe havia sido “abduzida por alienígenas”. Em 8 de janeiro, ao conversar com um policial, apresentou outra versão: disse que uma pessoa desconhecida havia buscado a mulher na residência três dias antes e que não tinha mais notícias dela.
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As informações contraditórias levaram os investigadores a realizar buscas no imóvel. No quintal, os agentes encontraram uma fogueira ainda acesa, um colchão queimado e restos humanos carbonizados. Os exames confirmaram que o corpo era de Marie Campbell.
Durante a investigação, os policiais também observaram um veículo com um dos assentos removido ou rebaixado e uma lona coberta de lama sobre a área. Os elementos foram analisados no decorrer das apurações sobre o desaparecimento da mulher.
Segundo a acusação, Jason queimou o corpo da mãe para ocultar a morte. O julgamento durou cinco dias e terminou em 30 de outubro de 2026, quando um júri do condado de Banks o considerou culpado pelo crime de ocultação de cadáver. A Justiça determinou o cumprimento de 10 anos de prisão.
Apesar da condenação, Jason não foi acusado de provocar a morte da mãe. As autoridades também não divulgaram a causa ou as circunstâncias do falecimento de Marie. A sentença está relacionada à ocultação do corpo, e não a um crime de homicídio.
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A investigação contou com a participação do Gabinete do Xerife do Condado de Banks, do Departamento de Investigação da Geórgia e do FBI, entre outras instituições. O caso ganhou repercussão após a divulgação das declarações feitas pelo homem sobre o suposto desaparecimento da mãe.