Pesquisa, realizada pela Wifey, uma plataforma de relacionamentos e intimidade, fez entrevistas com mais de mil casais americanos
Uma prática conhecida como hotwifing tem chamado atenção nas redes sociais e em debates sobre relacionamentos. O termo descreve um tipo de acordo entre casais em que a mulher pode ter relações com outras pessoas fora do casamento com o conhecimento e consentimento do parceiro. Para alguns adeptos, a experiência pode trazer mais diálogo e confiança dentro da relação.
O conceito faz parte do que especialistas chamam de não-monogamia consensual, modelo de relacionamento no qual os parceiros concordam em permitir experiências íntimas fora da relação principal. Diferentemente da traição, a prática envolve acordos claros e comunicação aberta entre o casal.
Em alguns casos, o parceiro acompanha ou sabe dos encontros, enquanto em outros prefere não participar diretamente. Especialistas explicam que o elemento central não é apenas o aspecto sexual, mas o nível de confiança e transparência necessário para que o casal defina limites e expectativas.
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Pesquisas e relatos de casais que adotaram a prática indicam que, quando existe diálogo e consentimento, a experiência pode fortalecer o vínculo emocional e melhorar a comunicação. Em um levantamento com mais de mil casais, muitos participantes afirmaram sentir maior conexão e satisfação no relacionamento após explorar a dinâmica.

Foto: Reprodução
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Apesar disso, especialistas alertam que esse tipo de relação não funciona para todos e pode trazer desafios, como ciúme ou conflitos emocionais. Por isso, o consenso entre profissionais é que decisões desse tipo exigem maturidade, confiança e conversas claras entre os parceiros.