A autoria aponta para a guerra entre o Comando Vermelho (CV-PCE) e o Bonde do Maluco (BDM)
O corpo de Márcio Gleudson Batista dos Santos, 40 anos, apareceu estendido no asfalto da ladeira do bairro Minas Gerais em Eunápolis, decapitado como se fosse um animal abatido no açougue.
Segundo investigações iniciais, Márcio não teve direito a defesa nem a súplica. Capturado por integrantes do chamado “tribunal do crime”, foi alvejado primeiro, para garantir a execução. Depois, veio o corte seco.
A autoria aponta para a guerra entre o Comando Vermelho (CV-PCE) e o Bonde do Maluco (BDM), facções que tratam ruas e bairros como tabuleiros de xadrez regados a sangue. Cada cadáver jogado em via pública é um aviso à concorrência e à população: medo é a moeda mais valiosa no negócio.
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Márcio não era santo. Acumulava passagens por tráfico e roubo. Mas a morte que recebeu foi muito além de uma cobrança. Foi ritual de poder. Um recado não só para inimigos, mas também para o povo que, acuado, finge não ver e tenta sobreviver no território onde a lei é uma piada de mau gosto.
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Enquanto isso, a Polícia Civil cumpre seu papel burocrático: isola a cena, recolhe o corpo e solta a velha frase protocolar — “o caso está sendo investigado”. No fundo, todos sabem que essa “investigação” só serve para inflar relatórios, porque quem dita as regras na prática já mostrou seu cartão de visitas: cabeças podem rolar a qualquer momento.
Fonte: Mega Bizarro
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