Fogo atingiu hospital em Islamabad e pode ter começado após falha elétrica.
Um incêndio em uma maternidade do Instituto Paquistanês de Ciências Médicas (PIMS), em Islamabad, capital do Paquistão, matou 14 bebês, segundo autoridades locais. O fogo atingiu o terceiro andar da unidade de atendimento materno e pediátrico do hospital.
O governo do distrito de Islamabad informou que todas as vítimas eram crianças. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, determinou uma investigação para apurar as circunstâncias da tragédia.
Segundo Aneeza Jalil, porta-voz do PIMS, a suspeita inicial é de que uma falha elétrica em um aparelho de ar-condicionado tenha provocado o incêndio. As autoridades também deverão verificar as condições de segurança do prédio e a atuação das equipes durante a emergência.
Veja também

Avalanche provoca tragédia no Nepal, deixa 180 mortos e mais de 1.300 desaparecidos
Familiares relataram momentos de desespero durante o incêndio. Khurram Mehmood, de 40 anos, contou à AFP que perdeu a filha, que tinha apenas três dias de vida.
Segundo ele, a esposa estava na enfermaria quando as chamas começaram. Os pacientes foram retirados do local, mas as famílias precisaram aguardar do lado de fora enquanto esperavam por atendimento.
Outra mãe, Shagufta Parveen, foi vista do lado de fora do hospital com o filho de 10 dias. Ela contou que precisou deixar o prédio às pressas com o bebê.
“As pessoas gritavam, havia fumaça preta. Corremos para salvar nossas vidas. Graças a Deus, meu bebê está a salvo”, relatou à AFP.
Imagens registradas no local mostraram famílias abaladas e funcionários trabalhando para retirar estilhaços de vidro de janelas quebradas.
O incêndio começou no terceiro andar da unidade materno-infantil. A investigação deverá esclarecer se a falha elétrica foi a única causa do fogo e se outros fatores contribuíram para a gravidade da ocorrência.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Incêndios são frequentes no Paquistão e muitas ocorrências são associadas a falhas no cumprimento de normas de segurança e construção. O governo deverá analisar as condições do hospital para determinar se houve problemas que contribuíram para a tragédia.