Joelma Bahia afirma que duas trabalhadoras perderam os empregos após manifestarem apoio ao presidente e denuncia suposta pressão política de empregadores. VEJA VÍDEOS
A influenciadora digital e empregada doméstica Joelma Bahia, conhecida nas redes sociais como “Terror do Metrô”, denunciou que duas trabalhadoras teriam sido demitidas após participarem de um vídeo de apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O relato foi divulgado na terça-feira (20), em meio à campanha para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
Segundo Joelma, as profissionais participaram de uma gravação ao lado de outras empregadas domésticas, na qual demonstraram apoio à candidatura de Lula. Após a publicação, duas integrantes do grupo teriam perdido seus empregos por divergências políticas com a empregadora.
A influenciadora afirmou que a responsável pelas supostas demissões seria apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com seu relato, a manifestação política das trabalhadoras teria motivado a decisão de dispensá-las.
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Joelma também contou que o grupo se mobilizou para ajudar as colegas que ficaram desempregadas. Segundo ela, as duas mulheres conseguiram novas oportunidades de trabalho com o apoio das demais integrantes que participaram da gravação.
Além das supostas demissões, a influenciadora relatou outro episódio envolvendo uma empregada doméstica que teria sido pressionada pela patroa a votar no candidato Flávio Bolsonaro (PL), identificado pelo número 22 nas urnas. Conforme o relato, a trabalhadora manteve sua preferência política.
Durante a publicação, Joelma criticou a tentativa de interferência dos empregadores nas escolhas eleitorais dos funcionários. A influenciadora ressaltou que o voto é uma decisão individual e que nenhuma relação de trabalho deve ser utilizada para impor posicionamentos políticos.
O episódio ganhou repercussão nas redes sociais e trouxe novamente ao debate a questão do assédio eleitoral no ambiente de trabalho. A prática pode ocorrer quando empregadores utilizam ameaças, constrangimentos ou outras formas de pressão para influenciar o voto de seus funcionários.
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Até o momento, as circunstâncias das supostas demissões não foram confirmadas de maneira independente. O caso ocorre na reta final da disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro, cujo segundo turno está marcado para domingo (25).
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