Consumo regular ajuda a equilibrar a microbiota intestinal e reflete positivamente em todo o organismo
Prático, versátil e nutritivo, o iogurte se consolidou como uma das opções mais populares para o café da manhã ou lanche ao longo do dia. Além da conveniência, o alimento se destaca pelos benefícios à saúde, especialmente no funcionamento do intestino, órgão fundamental para o equilíbrio do corpo.
Segundo a nutricionista Cibele Santos, incluir o iogurte diariamente na alimentação pode contribuir significativamente para a manutenção da microbiota intestinal conjunto de bactérias benéficas responsáveis por regular a digestão, fortalecer o sistema imunológico e influenciar até o bem-estar emocional. Não à toa, o intestino é frequentemente chamado de “segundo cérebro”.
“O consumo diário de iogurte favorece a digestão e a absorção de nutrientes. Os probióticos presentes no alimento ajudam a manter o equilíbrio da flora intestinal, o que impacta diretamente a saúde como um todo”, explica a especialista.
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No entanto, nem todos os produtos disponíveis no mercado oferecem os mesmos benefícios. A nutricionista alerta para a importância de escolher versões adequadas. “O ideal é optar por iogurtes que contenham culturas vivas e ativas e evitar aqueles com excesso de açúcares, corantes ou aromatizantes. Os iogurtes naturais, sem sabor, costumam ser as melhores opções”, orienta.
Quando o assunto é o melhor horário para o consumo, não há uma regra fixa. De acordo com Cibele, o iogurte pode ser consumido em qualquer momento do dia, seja no café da manhã, como lanche ou até à noite. “Mais importante do que o horário é a constância e a qualidade do produto escolhido”, ressalta.

Foto: Reprodução
Além dos efeitos positivos sobre o intestino, o iogurte é uma fonte relevante de proteínas e cálcio, nutrientes essenciais para a saúde óssea, a manutenção da massa muscular e a promoção da saciedade. Quando combinado com frutas, sementes ou fibras, o alimento se torna ainda mais nutritivo e completo.
Apesar dos benefícios, o consumo diário deve respeitar as particularidades de cada pessoa. Indivíduos com intolerância à lactose ou alergias alimentares precisam optar por versões sem lactose ou alternativas vegetais que também contenham culturas probióticas.
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“Observar as reações do próprio corpo é fundamental. Sintomas como inchaço, desconforto intestinal ou mal-estar persistente indicam que ajustes na alimentação podem ser necessários”, finaliza a nutricionista.