Ataque com mísseis e drones eleva o clima de instabilidade no Oriente Médio e mobiliza sistemas de defesa na região.
As tensões no Oriente Médio ganharam um novo capítulo nesta terça-feira (2), após o governo do Irã anunciar uma ofensiva contra instalações militares dos Estados Unidos localizadas no Kuwait. A ação foi confirmada pelo Corpo dos Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC), principal força militar ligada ao regime iraniano.
De acordo com as autoridades kuwaitianas, sistemas de defesa aérea foram acionados para interceptar mísseis e drones lançados em direção ao território do país. As Forças Armadas do Kuwait informaram que conseguiram neutralizar parte das ameaças antes que atingissem os alvos.
Segundo veículos estatais iranianos, os principais objetivos da operação foram o Campo Arifjan e a Base Aérea Ali Salem, instalações estratégicas que abrigam tropas norte-americanas na região.
Veja também
.jpg)
Família de ex-jogador de hóquei doa cérebro para pesquisa sobre doença causada por traumas na cabeça
Greve em Portugal provoca atrasos e pode afetar voos entre Brasil e Lisboa
Até o momento, não há confirmação oficial sobre vítimas, feridos ou danos significativos às estruturas militares atingidas. Além do Kuwait, relatos apontam explosões em áreas do Iraque e o acionamento de sistemas de defesa aérea no Bahrein, indicando um aumento das medidas de segurança em diversos países do Golfo.
A ofensiva ocorre poucas horas após uma ação militar dos Estados Unidos. De acordo com o Comando Central norte-americano (Centcom), forças americanas bombardearam um navio petroleiro que tentava romper um bloqueio marítimo e seguir para um porto iraniano. Paralelamente, agências de notícias do Irã também registraram explosões na Ilha de Qeshm, localizada no estratégico Estreito de Ormuz.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O novo episódio aumenta a preocupação internacional com uma possível escalada do conflito na região, considerada uma das mais sensíveis para a segurança global e o mercado energético.
VEJA VÍDEO: