Focada na fisiologia e não no relógio, estratégia de monitoramento ajuda a baixar índices de diabéticos e pré-diabéticos em poucos dias
Uma nova abordagem chamada “jejum glicêmico” vem chamando atenção no cuidado com o diabetes e a pré-diabetes. A proposta não se baseia no tempo sem comer, como no jejum tradicional, mas na forma como o organismo responde à alimentação ao longo do dia.
A estratégia foca no controle da glicose no sangue de maneira contínua, com atenção especial aos picos que acontecem após as refeições, momento em que o açúcar pode subir mesmo em pessoas com exames de jejum normais.
Diferente do jejum intermitente, o método propõe observar a reação do corpo aos alimentos, com o uso de medições frequentes para entender quais refeições causam maiores variações na glicemia.
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Segundo especialistas citados na reportagem, a ideia é reduzir esses picos e manter a glicose mais estável ao longo do dia, o que pode ajudar no controle metabólico e na prevenção da resistência à insulina.

Embora o jejum possa ajudar a equilibrar o balanço calórico,
ele não deve ser usado como punição alimentar.
(Foto: Reprodução)
A técnica ainda não substitui tratamentos médicos tradicionais, mas surge como uma forma complementar de acompanhamento mais personalizado da resposta do organismo à alimentação.
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No geral, a proposta reforça uma mudança de perspectiva: em vez de olhar apenas para o jejum em horas, o foco passa a ser o comportamento da glicose após cada refeição.