Gil Romero foi sentenciado a mais de 67 anos de prisão em regime inicialmente fechado pela morte de Débora e do filho nascituro
O vigilante Gil Romero Machado Batista foi condenado a 63 anos, 7 meses e 19 dias de prisão em regime fechado, e o outro réu, José Nílson Azevedo da Silva, recebeu condenação de 17 anos e 8 meses.
O julgamento durou cinco dias e só foi encerrado na metade da madrugada desta segunda-feira, 1º de julho, no Fórum Ministro Henoch Reis.
Os réus foram condenados pela morte, de forma premeditada e brutal, da jovem Débora da Silva Alves, que tinha 18 anos de idade e estava no 8º mês de gravidez.
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José Nílson foi condenado a uma pena bem
menor pela morte de Débora
O homicídio triplamente qualificado aconteceu no mês de julho de 2023, na área de mata da Usina Termoelétrica Mauá 2, no bairro Mauazinho, Zona Leste de Manaus, depois de a vítima ser atraída para uma emboscada por Gil Romero, que era namorado e pai do filho de Débora.
Ele marcou um encontro com a jovem, alegando que iria dar dinheiro para ela comprar o berço do bebê.
O juiz Fábio Alfaia, titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, leu as sentenças por volta de 2h30 da madrugada, condenando Gil Romero à pena máxima por feminicídio e ocultação de cadáver.
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A jovem foi atraída para uma emboscada e assassinada
de forma cruel pelo namorado Gil Romero,
em julho de 2023
José Nílson teve a pena reduzida para pouco mais de 17 anos de prisão em regime fechado, depois que seus advogados de defesa conseguiram retirar as acusações de feminicídio e ocultação de cadáver. Contra ele pesou, para a sua condenação, apenas a acusação de homicídio qualificado por motivo torpe.
O julgamento foi iniciado na manhã da última quarta-feira, 27, e encerrado hoje de madrugada.
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Os condenados ouviram as sentenças pronunciadas pelo Conselho de Sentença, sob a presidência do juiz Fábio Alfaia, e foram imediatamente conduzidos para o cumprimento das penas no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).