Quatro acusados devem responder por homicídio com dolo eventual após tragédia na Ponte do Esqueleto
A Justiça de São Paulo determinou a soltura de dois homens investigados pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, que morreu após ser lançada de uma ponte sem estar presa às cordas de segurança durante um salto de rope jump, em Limeira, no interior paulista. A decisão foi tomada após a Polícia Civil informar que não encontrou provas suficientes para indiciá-los.
Os dois investigados haviam sido presos temporariamente em 20 de junho. Um deles era suspeito de ter desaparecido com a câmera acoplada ao braço da vítima, enquanto o outro integrava a equipe responsável pela operação do salto. Segundo a investigação, não foi comprovado que eles tiveram participação direta na falha que levou à morte da jovem.
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Na decisão, a juíza destacou que a própria Polícia Civil solicitou a revogação das prisões por entender que elas não eram mais necessárias para o andamento das investigações. O Ministério Público também se manifestou favoravelmente à soltura dos investigados.
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Apesar da decisão, o caso continua sendo investigado. Outros envolvidos na organização do salto permanecem respondendo pelo processo, enquanto a Justiça apura as responsabilidades pela tragédia que chocou o país após a divulgação das imagens do acidente.