Sacerdote afastado desde março continua respondendo às investigações, enquanto processo segue sob segredo de Justiça.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do padre Mário Reis da Silveira, investigado por suspeitas de estupro de vulnerável e importunação sexual contra coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, em Ribeirão Preto, no interior paulista.
O pedido havia sido apresentado pela Polícia Civil após a conclusão do inquérito, mas foi rejeitado pelo Judiciário. Antes da decisão, o Ministério Público de São Paulo já havia se manifestado contra a prisão, avaliando que as medidas restritivas impostas ao sacerdote são suficientes para proteger a integridade física e psicológica das supostas vítimas.
Com a decisão, o processo retorna à delegacia responsável para o cumprimento das diligências ainda pendentes. O caso continua tramitando sob segredo de Justiça.
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O padre está afastado das atividades pastorais desde março deste ano. Em nota, a defesa afirmou que ele é inocente e declarou confiar na condução das investigações pelas autoridades competentes.
Os advogados também informaram que não comentarão detalhes do caso devido ao sigilo judicial, afirmando que os esclarecimentos serão apresentados no decorrer do processo.
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A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi procurada para comentar a decisão, mas não havia se manifestado até a publicação da reportagem.