Vereador foi preso no dia 3 de outubro e colocado em liberdade na tarde da última segunda-feira
A Justiça concedeu liberdade provisória ao vereador Rosinaldo Bual, que foi preso no dia 3 de outubro deste ano de 2025, durante a Operação Face Oculta, deflagrada pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM), através do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
Dois mandados de prisão, um deles tendo com alvo a chefa de gabinete do vereador, e 17 mandados de busca e apreensão, foram cumpridos na operação que investiga um esquema de “rachadinha” de salários dos assessores parlamentares que trabalham no gabinete do vereador.
A partir de agora o vereador Rosinaldo Bual vai responder ao processo em liberdade, ainda não há informações se ele retorna ao cargo na Câmara Municipal de Manaus e terá de cumprir medidas cautelares impostas pela Justiça, podendo ser preso novamente, caso descumpra qualquer uma delas.
Veja também

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Equipes do Gaeco e da Polícia Civil cumpriram mandado
de busca e apreensão no dia 3 de outubro no
gabinete do vereador Rosinaldo Bual
Contra o parlamentar também há um pedido de cassação do mandato protocolado junto à Mesa Diretora da Câmara Municipal, que até o presente momento não se manifestou nem deu encaminhamento ao caso, o que já gerou uma denúncia, sendo protocolada uma Notícia de Fato no Ministério Público.
O promotor de Justiça, Leonardo Tupinambá, que foi um dos coordenadores da operação Face Oculta, confirmou que pelo menos 100 assessores parlamentares, já havia passado pelo gabinete do vereado e a investigação apurou que cerca de 50 funcionários eram envolvidos no esquema de “rachadinha”.
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Vereador Bual foi colocado em liberdade pela Justiça,
mas Ministério Pública afirma que a
investigação continua
As medidas cautelares determinadas pela Justiça do Amazonas após a revogação da prisão preventiva do vereador Rosinado Bual, de acordo com informações divulgadas na tarde da última segunda-feira, são as seguintes:
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Manutenção do afastamento do cargo de vereador, ficando proibido de acessar ou frequentar as dependências da Câmara Municipal de Manaus; Proibição de contato com investigados e testemunhas do processo; Proibição de sair de Manaus sem autorização judicial, com entrega do passaporte em até 24 horas; Uso de tornozeleira eletrônica, com monitoramento em Manaus.