Deputados dizem que o proposta do Executivo do governo não deve ser analisada e ideia é focar na PEC em andamento na Câmara
O avanço do projeto que trata do fim da escala 6x1 no Congresso Nacional gerou um novo embate entre o Palácio do Planalto e a Câmara dos Deputados. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o presidente da Câmara, Hugo Motta, busca adiar a votação do pedido de urgência da proposta, em meio a divergências sobre o ritmo de tramitação.
O governo federal, por sua vez, tem defendido acelerar a análise da medida, considerada uma das prioridades da agenda trabalhista apoiada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta busca encurtar a jornada no modelo atualmente vigente, que prevê seis dias de trabalho para um de descanso.
O impasse ocorre em meio a negociações políticas no Congresso, onde parte dos parlamentares demonstra resistência ao avanço rápido da matéria. A avaliação de lideranças é de que ainda não há consenso suficiente para levar o tema diretamente ao plenário em regime de urgência.
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A discussão também envolve pressão de movimentos sociais e sindicatos que defendem a mudança na jornada, enquanto setores empresariais alertam para possíveis impactos na economia e na organização do trabalho.
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As tratativas continuam, e o calendário de votação ainda não foi definido.