Nesta quinta, ministro André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para investigar Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suposto tráfico de influência e corrupção
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (30) que seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, deverá responder à Justiça caso seja julgado por qualquer investigação. Segundo o presidente, não haverá tratamento diferenciado e o empresário deverá enfrentar o processo como qualquer outro cidadão.
Durante a declaração, Lula ressaltou que não permitirá qualquer tipo de privilégio envolvendo familiares e disse que o filho "não vai ficar escondido" caso seja chamado pelas autoridades. A fala ocorre em meio ao avanço das investigações relacionadas às suspeitas envolvendo o nome de Lulinha no caso das fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O presidente também afirmou que confia na atuação das instituições e defendeu que qualquer pessoa investigada tenha direito ao devido processo legal, respeitando o contraditório e a ampla defesa. Segundo Lula, somente a Justiça poderá determinar eventuais responsabilidades ao fim das investigações.
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A situação ganhou repercussão após a defesa de Lulinha informar ao Supremo Tribunal Federal que o empresário está disposto a retornar ao Brasil para prestar esclarecimentos, caso seja convocado pelas autoridades responsáveis pelo inquérito.
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Filho do presidente Lula, Lulinha, é investigado pelo
STF (Foto: Reprodução/Jornal Nacional)
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As declarações acontecem em um momento de forte embate político, com a oposição utilizando o caso como um dos principais temas da campanha eleitoral. Enquanto aliados do governo afirmam que não existem provas de envolvimento direto de Lulinha em irregularidades, o caso continua sob investigação das autoridades competentes.