Lulinha, filho mais velho do presidente, é suspeito de tráfico de influência em contratos com o governo federal
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não pretende usar o cargo para proteger o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, caso ele seja responsabilizado por alguma irregularidade. A declaração foi dada durante entrevista nesta terça-feira (15).
Lula disse acreditar na inocência do filho, mas afirmou que ele deverá responder caso as investigações apontem algum crime. O presidente declarou que Lulinha “não nasceu para errar” e que, se houver comprovação de responsabilidade, deverá arcar com as consequências.
Lulinha é citado em investigações relacionadas a suspeitas de tráfico de influência e contratos envolvendo o governo federal. Ele nega ter cometido irregularidades, e as acusações ainda estão sob apuração.
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Durante a entrevista, Lula também defendeu que as investigações sejam conduzidas sem interferência política e afirmou que a Polícia Federal deve ter liberdade para apurar eventuais irregularidades. O presidente já havia declarado anteriormente que ninguém deveria ficar impune caso tivesse cometido algum erro.
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A declaração ocorre em meio ao período eleitoral e a uma série de investigações que envolvem pessoas próximas ao governo. Lula afirmou que não pretende interferir nas apurações e que, diante de eventual comprovação de crime, a Justiça deverá agir conforme a lei.