Cobrança ocorre agora em um novo contexto político. Lula foi reeleito em outubro e inicia o quarto mandato em janeiro de 2027
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (6) que passará a acompanhar pessoalmente o cumprimento das medidas aprovadas pelo governo federal. Durante uma reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília, o petista declarou que pretende cobrar datas e prazos para a execução de cada iniciativa e acompanhar os resultados apresentados pelos ministérios.
“A partir de agora, além da Casa Civil, o Lulinha vai ser fiscal do cumprimento de cada coisa que a gente aprovar. Aprovou uma coisa, eu quero saber a data de entrega. E também quanto tempo. Quem não quiser fazer, cai fora. Porque o Brasil não pode esperar”, afirmou Lula, em um recado direcionado aos integrantes de sua equipe.
A declaração reforça a cobrança do presidente por mais agilidade na execução dos projetos e pelo cumprimento dos compromissos assumidos pela gestão. Lula quer acompanhar de perto o andamento das decisões, além do monitoramento já realizado pela Casa Civil, responsável pela articulação entre os ministérios.
Veja também

Lula sinaliza mudança de postura e prepara propostas de ajuste fiscal para o próximo governo
Flávio Dino inclui CNI em audiência no STF sobre mudanças na escala 6x1
Durante o encontro, o presidente também abordou a situação das contas públicas e rebateu críticas sobre a condução da política fiscal. Ele afirmou que o governo trabalha com responsabilidade e declarou que a população de baixa renda não deverá arcar com eventuais medidas de ajuste. “O pobre não pagará a conta”, disse.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
A cobrança ocorre em um novo cenário político, após a reeleição de Lula em outubro. O presidente iniciará seu quarto mandato em janeiro de 2027 e terá pela frente um Congresso com maioria de oposição, o que deverá exigir articulação para aprovar propostas. Ao cobrar resultados dos ministros, o petista sinalizou que pretende intensificar o acompanhamento das ações e exigir que as decisões do governo saiam do papel.