Empresário do setor de combustíveis, alvo da PF, tem residência em Miami, nos EUA
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ter feito uma cobrança direta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pedindo a prisão do empresário Ricardo Magro. Segundo ele, o empresário seria um dos principais nomes ligados a esquemas de sonegação e ao crime organizado no Brasil.
Durante declarações sobre o combate às organizações criminosas, Lula disse que apresentou o caso ao governo norte-americano como parte de uma cooperação internacional para enfrentar estruturas financeiras de grupos investigados no país.
O presidente também reforçou o discurso de que o governo brasileiro busca atingir o que chamou de “andar de cima” do crime, citando empresários e operadores econômicos que, segundo ele, vivem no exterior enquanto são investigados por práticas ilícitas.
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A fala ocorre em meio a uma série de ações e operações que investigam o setor de combustíveis e empresas acusadas de fraudes fiscais e lavagem de dinheiro. Ricardo Magro é apontado em investigações como figura central em um conglomerado empresarial sob suspeita de irregularidades bilionárias.
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O governo dos Estados Unidos ainda não comentou oficialmente o pedido citado por Lula. O caso segue repercutindo no meio político e diplomático.