Presidente cobra pressa do Ministério de Minas e Energia e afirma que poucos ganham às custas do sofrimento de muitos; medida deve beneficiar inscritos no CadÚnico
O presidente Luis Inácio Lula da Silva voltou a criticar o valor do botijão pago pela população. Ele pediu pressa ao Ministério de Minas e Energia (MME) para anunciar a medida que vai beneficiar as famílias do CadÚnico.
— Vamos anunciar, não sei como é que vamos anunciar, mas tem que ser logo. As pessoas mais humildes deste país vão parar de pagar o gás a R$ 140. Não é possível que a Petrobras consiga tirar o botijão de 13 quilos por R$ 37, e a pessoa, na sua casa, compre a R$ 130 ou R$ 140. Tem muita gente ganhando dinheiro — ou melhor, pouca gente ganhando dinheiro às custas do sofrimento de muitos. Então, nós vamos garantir que 17 milhões de famílias mais pobres tenham o gás de graça para poder cozinhar seu feijão e seu arroz.
Ele criticou também as pessoas que afirmam que ele governa para os pobres:
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— As pessoas vão dizer: "Mas isso é governar para o pobre". Mas não é governar para o pobre, é governar para o rico. Quando o pobre tem dinheiro, ele não vai depositar no Tesouro. Ele vai depositar na barriga dele. Ele vai comprar o que comer. Quando ele compra o que comer, quem vai ganhar é quem produz. E quem produz vai ganhar, mas também quem vende vai ganhar.
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O presidente participou, na manhã desta segunda-feira, da cerimônia de inauguração da Usina Termelétrica GNA II, no Parque Termelétrico do Açu, em São João da Barra, no norte do estado do Rio de Janeiro. O evento contou com a participação dos ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira; de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; dos Transportes, Renan Filho; e das Mulheres, Márcia Lopes.
Fonte: O Globo