Presidente afirmou que a inteligência artificial pode aprofundar assimetrias globais e apresentou sistema brasileiro de pagamentos como exemplo de infraestrutura digital pública
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o uso da inteligência artificial para práticas consideradas prejudiciais à sociedade, afirmou que a tecnologia pode ampliar desigualdades e defendeu o Pix durante participação em reuniões paralelas da cúpula do G7.
Durante o encontro, Lula destacou que os avanços tecnológicos precisam ser acompanhados por regras e mecanismos de governança capazes de garantir que os benefícios da inteligência artificial sejam distribuídos de forma mais equilibrada. Segundo ele, sem regulação adequada, a tecnologia pode aprofundar diferenças econômicas e sociais já existentes.
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O presidente também citou o Pix como exemplo de inovação financeira bem-sucedida, ressaltando o impacto do sistema de pagamentos instantâneos na inclusão financeira e na democratização do acesso a serviços bancários no Brasil.
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As declarações ocorreram em meio ao debate internacional sobre inteligência artificial, segurança digital e desenvolvimento econômico. Líderes e representantes de diversos países discutem formas de aproveitar o potencial da tecnologia sem comprometer direitos, empregos e a estabilidade social.