Revelação foi feita pelo próprio viúvo da vítima do crime brutal ocorrido em Michigan (EUA)
Uma mulher acusada de matar a própria filha grávida para retirar o bebê do útero e ficar com a criança mantinha, antes do crime, um relacionamento sexual com o então namorado da vítima, segundo depoimento prestado pelo homem durante uma audiência judicial nos Estados Unidos. O caso envolve Cortney Bartholomew, de 41 anos, acusada pela morte de Rebecca Park, de 22.
Richard Farlor, noivo de Rebecca e pai do bebê, afirmou em audiência que teve um relacionamento com Cortney entre abril e setembro de 2023. Segundo ele, os dois chegaram a conversar sobre ter filhos, e a mulher teria dito que queria outra criança, mas não conseguia engravidar. Posteriormente, Farlor iniciou um relacionamento com Rebecca.
Rebecca estava grávida de nove meses quando desapareceu, em novembro de 2025. Segundo a acusação, Cortney e o marido, Bradley Bartholomew, teriam atraído a jovem para a casa do casal e, posteriormente, levado a vítima para uma área de mata, onde ela teria sido morta. O corpo foi encontrado semanas depois, no Manistee National Forest.
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De acordo com os investigadores, Cortney teria contado versões diferentes sobre o crime. Em uma delas, afirmou que o marido teria planejado o assassinato. Já Bradley teria dito às autoridades que a ideia partiu da mulher, que queria uma criança, mas não podia engravidar. A investigação aponta ainda que o bebê não sobreviveu após ser retirado do ventre da mãe.
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Rebecca Park foi morta em novembro de 2025.
(Foto: Reprodução/Facebook)
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Cortney e Bradley respondem por acusações que incluem homicídio em primeiro grau, tortura e conspiração, além de crimes relacionados à morte do bebê. Os dois ainda não apresentaram uma declaração de culpa no processo. A audiência preliminar deve continuar em novembro, quando outras testemunhas poderão ser ouvidas pela Justiça.