Estefany Echavarría sofreu ferimentos graves ao receber impacto do desabamento e permanece internada na UTI; menina foi encontrada viva entre seus braços
Em meio aos escombros provocados pelo terremoto que atingiu a Colômbia no último dia 10, o abraço de uma mãe foi decisivo para salvar a vida da filha de apenas 2 anos. Estefany Echavarría protegeu Sofía com o próprio corpo no momento em que a estrutura onde estavam desabou, em Cali.
Mãe e filha permaneceram aproximadamente sete horas soterradas até serem encontradas com vida pelas equipes de resgate. A criança conseguiu sobreviver praticamente ilesa, enquanto Estefany sofreu ferimentos graves ao receber grande parte do impacto do desabamento.
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Segundo familiares ouvidos pelo portal colombiano TuBarco, Estefany sofreu uma perfuração no pulmão, além de lesões em uma das pernas e nos rins. Desde o resgate, ela já passou por mais de três procedimentos cirúrgicos e continua internada em estado crítico na UTI da Fundación Valle del Lili, em Cali.
“Quem realmente salvou a bebê foi a mãe. Foi ela quem recebeu todo o impacto do desabamento e estava cobrindo Sofía”, afirmou o pai da menina. De acordo com a família, a posição adotada por Estefany impediu que os destroços atingissem diretamente a criança.
O terremoto provocou destruição em diferentes regiões da Colômbia. Em Cali, Estefany teve apenas alguns segundos para reagir antes do desabamento. Ela abraçou a filha e usou o próprio corpo como uma espécie de escudo. Quando os socorristas chegaram, encontraram Sofía protegida pelos braços da mãe.
A tragédia também deixou marcas profundas na família. A avó e a bisavó de Sofía morreram em consequência do terremoto, segundo a imprensa colombiana. Enquanto enfrenta o luto, a família acompanha de perto a recuperação de Estefany, que permanece sob cuidados intensivos.
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Os parentes também relatam dificuldades financeiras após o desastre, incluindo despesas relacionadas à hospitalização e à reconstrução da vida depois da tragédia. A comunidade educacional da qual Estefany faz parte, a EDUpark, iniciou uma mobilização para ajudar a família, com uma corrente de orações e arrecadação de doações para as vítimas.