O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo
O ex-jogador Marcelinho Carioca denunciou à polícia uma advogada que o representava em um processo judicial, alegando ter sido vítima de estelionato após descobrir a movimentação de cerca de R$ 480 mil sem sua autorização. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo.
Segundo a denúncia, o valor foi liberado por meio de alvará judicial em janeiro de 2025, referente a uma ação da qual o ex-atleta é beneficiário. No entanto, Marcelinho afirma que não foi informado sobre o pagamento na época e só tomou conhecimento da situação meses depois.
Documentos do processo indicam que o montante foi creditado em conta vinculada à advogada responsável pelo caso, o que levantou suspeitas sobre a forma como o dinheiro foi administrado. O ex-jogador sustenta que não autorizou qualquer transferência e que não recebeu os valores que lhe eram de direito.
Veja também

Neymar fora do álbum da Copa de 2026 levanta dúvidas sobre presença no Mundial
Cristiano Ronaldo Jr. explode no futebol e já é visto como futura estrela
A descoberta teria ocorrido de forma inesperada, quando Marcelinho consultou o andamento da ação judicial após comentários feitos durante uma transmissão ao vivo. Ao verificar os registros no sistema do tribunal, ele identificou a liberação do valor e a movimentação financeira em nome da profissional que o representava.
De acordo com o boletim de ocorrência, o ex-jogador também afirmou que já havia encerrado o vínculo com a advogada antes da liberação do dinheiro, o que aumenta as suspeitas sobre a conduta no caso. A situação levou o atleta a registrar a ocorrência e pedir a apuração dos fatos pelas autoridades competentes.
Além da investigação policial, Marcelinho também informou que levou o caso à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), solicitando a apuração da conduta profissional da advogada.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
O caso segue em investigação e pode ser enquadrado como estelionato, dependendo do avanço das apurações e da análise dos documentos apresentados.