Quando o médico informou, ao não detectar batimento cardíaco no feto que Ria Tapodoc-West carregava no útero, que a gestante tinha duas opções — esperar por um aborto espontâneo ou fazer uma curetagem, o pânico se instalou.
"Entrei em pânico, fiquei triste, devastada e liguei para o meu marido pedindo que viesse imediatamente à clínica", disse a moradora de Dubai (Emirados Árabes Unidos) à revista "People".
À época, om base na data de sua última menstruação, seu obstetra estimou que ela estava entre seis e oito semanas de gestação, o que significava que já deveriam ter detectado os batimentos cardíacos. O silêncio, entretanto, foi desesperador. Ria entrou em processo de negação. Ela e o noivo, Ian West, decidiram manter os planos e viajar para as Ilhas Seychelles, onde se casariam.
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Ao chegar ao arquipélago no Índico, Ria foi ouvir uma segunda opinião. A grávida fez um exame de sangue. Três horas depois, ela recebeu os resultados. A enfermeira informou que seus níveis de hCG não haviam aumentado e que a gravidez não era viável.
"Comecei a chorar. Meu marido ficou muito triste. Pode-se dizer que o dia do nosso casamento foi o pior dia!", recordou ela. Apesar de todos os prognósticos negativos, Ria se recusava a acreditar no destino do seu tão aguardado bebê. Foi quando o caso teve um "plot twist" bastante celebrado.
"No dia seguinte, fiz o terceiro exame de sangue e meus hormônios não apenas dobraram. Triplicaram!", disse Ria. A gravidez seguir sem qualquer percalço.
"Na primeira vez que ouvimos o coração dela bater, nós dois choramos. Foi a melhor sensação do mundo ouvir 'não' algumas vezes e depois ouvir o coração dela bater pela primeira vez. Foi inesquecível e o dia mais feliz da minha vida", celebrou.
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O caso ocorreu seis anos atrás, mas só agora viralizou numa trend que mostra pessoas refletindo sobre as consequências de uma decisão que mudou suas vidas. A filha de Ria nasceu saudável. ""Graças a Deus eu busquei uma segunda opinião! Minha vida seria completamente diferente agora!", observou ela.