Estudo mostra que combinação de fluxo intenso com restrição do consumo de carne está associada ao risco de déficit de ferro na adolescência
Especialistas em saúde destacam que adolescentes que menstruam têm maior risco de desenvolver deficiência de ferro, especialmente se o fluxo menstrual for intenso ou irregular. Isso porque o ferro é um nutriente essencial para a produção de hemoglobina proteína que transporta oxigênio no sangue e sua perda aumentada pode levar à anemia ferropriva, comum nessa faixa etária.
Durante a puberdade, o organismo passa por mudanças rápidas e a necessidade de ferro pode aumentar. Quando a menstruação é mais volumosa ou prolongada, esse consumo pode superar a reposição do mineral, resultando em cansaço, fraqueza, falta de ar e dificuldade de concentração sintomas que muitas vezes são confundidos com cansaço do dia a dia.
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Médicos recomendam que meninas e adolescentes mantenham uma alimentação rica em ferro, com alimentos como carnes magras, fígado, leguminosas (feijão, lentilha), vegetais verde-escuros e cereais fortificados. Além disso, a ingestão de vitamina C junto às refeições ajuda na absorção do ferro pelo corpo.
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Em casos de menstruação muito intensa ou sinais de anemia, é importante procurar um médico para avaliação e exames de sangue, pois o profissional poderá orientar sobre a necessidade de suplementação de ferro ou ajustes na dieta.