Municípios têm até 15 de maio para aderir à qualificação nacional que prepara equipes da Atenção Primária para a transição no tratamento de pacientes com diabetes.
O Ministério da Saúde segue com inscrições abertas até o próximo dia 15 de maio para que gestores municipais e do Distrito Federal participem de uma nova etapa da Qualificação Nacional da Assistência Farmacêutica na Atenção Primária à Saúde (APS). A iniciativa busca preparar profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) para o processo de substituição gradual da insulina humana NPH pela insulina análoga de ação prolongada, conhecida como glargina.
A ação é realizada em parceria com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e pretende capacitar equipes de saúde para atuarem como multiplicadoras do conhecimento nas redes locais de atendimento.
Para aderir ao programa, os gestores devem formalizar a participação por meio do sistema e-Gestor APS. Após a adesão, será possível indicar os profissionais que participarão das oficinas presenciais promovidas pelo ministério.
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Cada município poderá inscrever dois representantes da Atenção Primária à Saúde, sendo obrigatoriamente um farmacêutico e um médico ou enfermeiro. Esses profissionais receberão capacitação técnica voltada ao manejo clínico, prescrição, dispensação e acompanhamento de pacientes em insulinoterapia.
Ao todo, estão previstas cerca de 120 oficinas presenciais distribuídas pelas macrorregiões de saúde do país. Os gestores participantes deverão garantir condições adequadas para a participação das equipes, incluindo liberação de carga horária, acesso à infraestrutura necessária e apoio logístico durante as atividades.
Além das oficinas presenciais, a qualificação também contará com um curso híbrido e autoinstrucional, com carga horária de 80 horas e sem limite de vagas.
Segundo o Ministério da Saúde, a proposta busca fortalecer a assistência farmacêutica dentro da Atenção Primária e garantir mais segurança e continuidade no tratamento de pacientes que utilizam insulina no SUS.
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A insulina glargina será disponibilizada gradualmente em substituição à insulina NPH, considerada uma etapa importante no aprimoramento do cuidado a pessoas com diabetes atendidas pela rede pública de saúde.