A PM pediu a ampliação da proibição para aumentar a segurança da área
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu aumentar a área de restrição para voos de drones nas proximidades da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A medida foi adotada após solicitação da Polícia Militar, responsável pela segurança do local.
Com a nova decisão, o raio de proibição passou de 100 metros para 1 quilômetro ao redor da casa. O objetivo é reforçar a proteção da área, já que Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e há preocupação com possíveis tentativas de monitoramento por meio de equipamentos aéreos.
Segundo avaliação técnica da PM, a limitação anterior era insuficiente, pois drones modernos conseguem captar imagens em alta resolução mesmo a distâncias maiores. Isso poderia comprometer a privacidade e a segurança do ex-presidente, justificando a ampliação da restrição.
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A decisão também mantém medidas rigorosas contra o uso irregular desses equipamentos. Drones que invadirem a área proibida podem ser apreendidos, e os responsáveis estão sujeitos à prisão em flagrante, conforme já havia sido determinado anteriormente.

Foto: Reprodução
Bolsonaro permanece sob monitoramento durante o período de prisão domiciliar, enquanto cumpre pena relacionada a investigações sobre tentativa de golpe de Estado. A segurança reforçada busca evitar riscos e garantir o cumprimento das medidas impostas pela Justiça.
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Com isso, a ampliação do perímetro de restrição reforça o controle sobre o espaço aéreo na região e evidencia a preocupação das autoridades com o avanço tecnológico e seus impactos na segurança institucional.