Ministro do STF rejeitou pedidos de soltura e decidiu manter presos os envolvidos no caso até o trânsito em julgado.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter presos os condenados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, crime ocorrido em 2018 no Rio de Janeiro.
Com a decisão, permanecem em prisão preventiva o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, Domingos Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil fluminense Rivaldo Barbosa, o major da Polícia Militar Ronald de Paula e o ex-policial militar Robson Calixto.
A decisão foi tomada após pedidos de liberdade apresentados pelas defesas dos acusados. Moraes entendeu que não houve mudanças no processo que justificassem a revogação das prisões preventivas.
Veja também

PEC do fim da escala 6x1 prevê jornada de 40 horas e duas folgas semanais
Menina de 11 anos morre após ser jogada em piscina durante brincadeira em balneário de Alagoas
Na decisão, o ministro afirmou que não surgiram fatos novos capazes de alterar o entendimento firmado anteriormente pela Primeira Turma do STF durante o julgamento da ação penal.
Em fevereiro deste ano, os réus foram condenados pela Corte. Domingos Brazão e o ex-deputado federal Chiquinho Brazão receberam penas de 76 anos de prisão. Chiquinho cumpre prisão domiciliar por questões de saúde.
Rivaldo Barbosa foi condenado a 18 anos de prisão, enquanto Ronald de Paula recebeu pena de 56 anos. Já Robson Calixto foi sentenciado a nove anos de prisão.
Curtiu? Siga o PORTAL DO ZACARIAS no Facebook, Twitter e no Instagram.
Entre no nosso Grupo de WhatApp, Canal e Telegram
Apesar das condenações, os acusados ainda podem recorrer das decisões judiciais.