Ministério Público notificou a Secretaria Municipal de Educação para esclarecer a interrupção do serviço e deu prazo de 15 dias para apresentação de informações; prefeito Bosco Falabella também será comunicado.
A falta de transporte escolar para estudantes da rede municipal de Urucará, no interior do Amazonas, levou o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) a abrir uma investigação para apurar a suspensão do serviço. A situação afeta alunos da Escola Municipal Joana Soares dos Santos, que dependem do transporte para chegar às aulas.
Com a interrupção do atendimento, parte dos estudantes estaria enfrentando dificuldades para manter a frequência escolar. O objetivo da investigação é esclarecer os motivos da paralisação e verificar quais medidas serão adotadas para restabelecer o serviço.
Para apurar o caso, o MPAM notificou a Secretaria Municipal de Educação de Urucará, que deverá apresentar explicações sobre os motivos da suspensão do transporte escolar e informar a previsão para a normalização do atendimento.
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O órgão estabeleceu um prazo de 15 dias para o envio das informações solicitadas.
A direção da Escola Municipal Joana Soares dos Santos também deverá fornecer dados sobre os estudantes prejudicados, as comunidades afetadas pela interrupção do serviço e a frequência dos alunos durante o período em que o transporte ficou indisponível.

O prefeito de Urucará, Bosco Falabella, também será oficialmente comunicado sobre a investigação conduzida pelo Ministério Público.
A apuração busca verificar as circunstâncias da suspensão e identificar as providências necessárias para garantir que os estudantes tenham condições de frequentar as aulas regularmente.

Foto: Divulgação
O transporte escolar é considerado um serviço essencial para assegurar o acesso à educação, especialmente para alunos que vivem em comunidades distantes das unidades de ensino.
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Com a investigação, o MPAM pretende obter esclarecimentos da administração municipal e acompanhar as medidas adotadas para solucionar o problema, evitando que a interrupção do serviço comprometa a continuidade dos estudos dos alunos da rede pública.