Uma publicação que circula em sites e redes sociais afirma que cientistas, supostamente com apoio da NASA, teriam definido o “ano exato em que a Terra vai acabar”. No entanto, não existe qualquer estudo científico reconhecido que determine uma data específica para o fim do planeta.
De acordo com levantamentos astronômicos reais, o que existe são projeções de longo prazo sobre a habitabilidade da Terra, baseadas na evolução natural do Sol. Esses estudos indicam que, ao longo de bilhões de anos, o aumento da temperatura solar pode tornar o planeta inviável para a vida, mas sem qualquer previsão de data precisa ou evento repentino.
A NASA já desmentiu diversas teorias semelhantes que viralizam na internet, reforçando que não há “contagem regressiva” ou previsão de extinção iminente ligada a datas específicas. Cientistas explicam que mudanças desse tipo acontecem em escalas de tempo extremamente longas e não representam risco para a humanidade no futuro próximo.
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A matéria também segue um padrão comum de boatos: associa o nome de instituições como a NASA a previsões alarmistas e datas fechadas, o que não é compatível com a metodologia científica. Em geral, estudos sérios trabalham com probabilidades e cenários, não com “anos exatos” para o fim do mundo.
Especialistas em divulgação científica alertam que esse tipo de conteúdo costuma distorcer pesquisas reais para gerar impacto e engajamento, mas não tem base em artigos revisados por cientistas ou publicações oficiais.
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Até o momento, não há nenhuma evidência científica de que a Terra tenha uma data definida para “acabar”, e qualquer afirmação nesse sentido é considerada desinformação.