Sete mulheres integram as 13 chapas presidenciais neste ano: duas disputam a Presidência e cinco concorrem à vice
O número de mulheres que disputam a Presidência da República nas eleições de 2026 caiu pela metade em relação à eleição anterior. A redução chama atenção em um cenário no qual a participação feminina na política brasileira ainda enfrenta desafios.
Nas eleições de 2022, houve quatro mulheres entre as candidaturas à Presidência. Em 2026, o número caiu para duas, reduzindo a presença feminina na disputa pelo Palácio do Planalto.
A diminuição ocorre apesar do aumento da participação das mulheres em diferentes espaços da política brasileira e das regras eleitorais que buscam ampliar a presença feminina nas disputas.
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A baixa quantidade de candidatas também reacende o debate sobre a dificuldade de mulheres chegarem aos cargos mais altos da política nacional. Entre os obstáculos estão a menor disponibilidade de recursos, a estrutura partidária e a resistência enfrentada por mulheres durante campanhas eleitorais.
A Presidência da República continua sendo um dos cargos com menor presença feminina na história política do país. Desde a redemocratização, apenas uma mulher, Dilma Rousseff, chegou ao cargo por meio de eleição direta.
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Com a redução do número de candidatas em 2026, a disputa presidencial volta a evidenciar a diferença entre homens e mulheres na corrida pelos principais cargos eletivos do Brasil.