Por Antônio Zacarias - À medida que 2026 se aproxima, o cenário político do Amazonas começa a se definir. Em meio a conversas nas esquinas, bares, trabalho e até dentro dos lares, o debate sobre quem deve ser o próximo governador e presidente já ocupa os espaços. Todos têm uma opinião e muitos já se posicionam em favor de seus candidatos.
No Amazonas, o nome do senador Omar Aziz surge como favorito em todos os cenários eleitorais, seguido de perto pelo prefeito David Almeida. Maria do Carmo, representante da extrema direita, figura em terceiro lugar, mas com uma desvantagem considerável.
Não tenho dúvida de que parcela significativa do eleitorado espera por uma aliança entre Omar e David, o que, se concretizado, poderia selar a eleição já no primeiro turno. Uma união que, ao contrário do que se pensa, não é apenas desejável, mas urgente. Qualquer hesitação ou demora em formar essa aliança será fatal para o Estado. Maria do Carmo não é uma simples ameaça — ela representa um risco iminente e inaceitável para o futuro do Amazonas. Sua ascensão não pode ser tolerada.
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A candidatura de Maria do Carmo é a mais perigosa das opções. Seu discurso é venenoso, seu comportamento é repulsivo e sua visão de mundo é uma afronta à população amazonense. Alguém que se vê como superior, a ponto de desdenhar de todos que não compartilham sua visão de mundo, não pode ser considerada uma alternativa. Essa senhora, sem qualquer empatia e com uma postura arrogante, é um retrocesso em todos os sentidos. Seu desprezo pelas pessoas, sua incapacidade de lidar com a diversidade e sua cegueira diante dos reais problemas do Estado fazem dela uma escolha absolutamente inadmissível.
Não podemos correr o risco de ter alguém assim no comando do Amazonas. O povo amazonense não merece essa tragédia. Omar e David precisam enxergar o quadro com clareza, e mais, precisam ter a maturidade e responsabilidade política de se unir e garantir que o Amazonas não caia nas mãos de quem despreza o povo. A união entre Omar e David é, portanto, não apenas o melhor caminho, mas a única alternativa sensata.
É disso que o Amazonas precisa e é isso que o Amazonas deve escolher.
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Se o bom senso prevalecer, 2026 será o ano da verdadeira vitória para nossa terra e nossa gente.