Documentário : Territórios, Sob o domínio do crime mostra como técnica altera o cheiro da droga para dificultar a detecção por cães farejadores e driblar a fiscalização em rotas internacionais
A chamada “cocaína preta” é uma variação da cocaína modificada quimicamente pelo tráfico para dificultar a identificação por cães farejadores e por testes iniciais de detecção.
Segundo investigações policiais, a droga passa por um processo em que recebe substâncias como carvão, corantes e outros compostos químicos, o que altera sua cor, seu cheiro e até suas reações em exames rápidos. Essa mudança faz com que ela se torne muito mais difícil de ser detectada em abordagens policiais e em sistemas de controle aeroportuário.
Apesar da aparência diferente, a substância não deixa de ser cocaína. Em muitos casos, a modificação é reversível: após o transporte, o material pode ser novamente processado para retornar à forma original da droga.
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O principal motivo para cães não conseguirem farejar a “cocaína preta” está justamente na alteração química. O processo pode mascarar o odor característico da cocaína, confundindo o olfato dos animais treinados para identificar o entorpecente em sua forma tradicional.
Mesmo com essas adaptações, especialistas apontam que a droga continua sendo identificável em análises laboratoriais mais avançadas, que conseguem detectar sua composição química apesar das alterações feitas pelo tráfico.
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Na prática, trata-se de uma estratégia usada por organizações criminosas para tentar driblar o controle policial, mas que não elimina a possibilidade de detecção em investigações mais aprofundadas.