Casos associados ao navio MV Hondius somam ocorrências monitoradas e três mortes; França reúne especialistas nesta terça para discutir o avanço da doença
A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a detecção de nove casos de hantavírus associados a um surto em um cruzeiro internacional que passou por diferentes países. Apesar da preocupação inicial, o órgão reforçou que não há risco de uma nova pandemia.
Segundo informações atualizadas da OMS, os casos estão distribuídos entre passageiros e tripulantes da embarcação, que percorreu rotas entre a América do Sul, África e Europa. Parte dos infectados segue em observação médica em hospitais de diferentes países, enquanto autoridades sanitárias acompanham o quadro de perto.
O surto envolve a cepa conhecida como vírus Andes, uma variação do hantavírus que pode, em situações raras, apresentar transmissão entre humanos em casos de contato próximo e prolongado. Mesmo assim, especialistas reforçam que a forma mais comum de contágio ainda ocorre por meio de contato com roedores infectados ou ambientes contaminados.
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A OMS afirmou que o risco global é considerado baixo, apesar da gravidade dos casos registrados e de mortes associadas ao surto. O órgão também destacou que, devido ao período de incubação da doença, novos casos ainda podem surgir entre passageiros que estavam no navio.
Autoridades internacionais seguem monitorando a situação e coordenando medidas de rastreamento de contatos, além de isolamento de casos suspeitos. Até o momento, não há evidências de disseminação fora do grupo ligado diretamente ao cruzeiro.
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A organização reforça que, apesar da repercussão, o episódio é tratado como um evento isolado e sob controle, sem sinais de expansão em escala global.