Investigação indica que noites de temperaturas mais altas estão associadas ao aumento da frequência do distúrbio
As ondas de calor têm impacto direto na qualidade do sono e podem agravar quadros de apneia, distúrbio caracterizado por pausas na respiração durante a noite. Estudos recentes apontam que temperaturas elevadas, especialmente no período noturno, favorecem episódios mais frequentes e intensos da condição, tornando o descanso menos eficiente.
Pesquisas indicam que, durante picos de calor, o risco de apneia moderada a grave pode aumentar significativamente, chegando a crescer cerca de 13% em períodos mais extremos. Além disso, cada aumento de 1°C na temperatura pode elevar a incidência do problema, o que preocupa especialistas diante da maior frequência de eventos climáticos intensos.
O calor interfere no funcionamento natural do corpo, dificultando o resfriamento necessário para iniciar e manter o sono profundo. Como resultado, o descanso se torna mais fragmentado, com despertares frequentes, o que agrava sintomas como cansaço, sonolência diurna e dificuldade de concentração.
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Especialistas alertam que pessoas que já sofrem com apneia ou outros distúrbios do sono devem redobrar os cuidados em períodos de altas temperaturas. Medidas simples, como manter o ambiente ventilado, hidratar-se bem e evitar locais muito quentes à noite, podem ajudar a reduzir os impactos e melhorar a qualidade do sono.
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Com o aumento global das temperaturas, a tendência é que problemas relacionados ao sono se tornem mais comuns, reforçando a importância de estratégias de adaptação para preservar a saúde e o bem-estar.