Segundo o WSJ, a empresa foi intimada a apresentar documentos que abrangem uma ampla gama de suas atividades e seu impacto sobre os usuários
A OpenAI está sendo investigada por uma coalizão de procuradores-gerais dos EUA, segundo o Wall Street Journal. A empresa foi intimada a fornecer documentos sobre suas atividades, incluindo publicidade, engajamento de usuários, e o impacto em menores e idosos. A investigação ocorre em meio a preparativos da OpenAI para uma possível IPO. A empresa afirmou buscar operar de forma segura e responsável, comprometendo-se a colaborar com a investigação.
A OpenAI recebeu uma intimação nesta sexta-feira solicitando documentos relacionados a inúmeras de suas atividades, publicou o Wall Street Journal, segundo o qual uma coalização de procuradores-gerais estaduais dos Estados Unidos abriu uma investigação contra a empresa.
Citando pessoas familiarizadas com o assunto, o WSJ diz que o objetivo é analisar informações sobre a publicidade, engajamento e retenção de usuários, atividades envolvendo menores e idosos, modelos de aprendizado profundo, comportamento dos modelos e políticas internas da empresa.
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De acordo com a reportagem do WSJ, um porta-voz da empresa de tecnologia afirmou que a "IA é uma tecnologia nova e poderosa, e trabalhamos todos os dias para levar seus benefícios às pessoas de forma segura e responsável. Levamos a sério as preocupações levantadas pelos procuradores-gerais estaduais e pretendemos colaborar de forma construtiva com seus gabinetes.”
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A reportagem surge poucos dias após a OpenAI ter protocolado de forma confidencial documentos junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) para uma possível oferta pública inicial de ações (IPO).