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Os ratos estão dominando as nossas cidades e a culpa pode ser das mudanças climáticas
Foto: Reprodução

Pesquisadores apontam que o número de ratos vivendo nas grandes cidades aumentou consideravelmente nos últimos anos

Os ratos podem transmitir uma série de doenças, como a leptospirose e o hantavírus. Por conta disso, são considerados verdadeiras pragas. O problema é que a população destes roedores continua crescendo na maior parte do planeta.

 

Como vivem em ralos, esgotos e tocas, é difícil saber qual o grau de infestação, mas pesquisas recentes apontam que em algumas cidades dos Estados Unidos o número destes animais aumentou em até quatro vezes nos últimos anos. E as mudanças climáticas podem ser uma das explicações.

 

Cidades são ambientes perfeitos para proliferação dos animais.

 

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Segundo cientistas, há várias razões para o aumento da população de ratos no mundo. A crescente demanda por fast food e os problemas na coleta de lixo em algumas cidades, por exemplo, criam condições perfeitas para a proliferação destes roedores.

 

 

Por outro lado, também há evidências de que o aumento das temperaturas influencia neste cenário. Como o asfalto e os prédios retêm calor e esquentam mais rápido do que áreas rurais, as cidades se tornaram ambientes propícios para o aumento das populações deste animais.

 

Ao mesmo tempo, a construção de cada vez mais edifícios oferece novos locais para os ratos viverem, aumentando o desafio de controlar a infestação. Não podemos esquecer que estes roedores podem ter cerca de seis ninhadas por ano, cada uma com até 12 filhotes. E que podem começar a procriar após nove semanas. As informações são da BBC.

 

 

RATOS TÊM UM ‘SUPERPODER’

 

Também há uma outra explicação para a dificuldade de controlar o aumento na população de ratos.

 

Eles não conseguem vomitar, o que significa que os venenos existentes são eficazes para matar os animais.

 

No entanto, os roedores são “neofóbicos”, ou seja, têm medo de objetos novos.

 

Fotos: Reprodução

 

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Por conta disso, quando se deparam com um alimento em potencial, só experimentam um pouco.

 

Essa estratégia permite que os ratos percebam algum rosto ruim ou desconforto e deixem de ingerir o veneno antes que ele realmente faça o efeito esperado.

 

Fonte: Olhar Digital

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