Usuários do Hospital Adventista de Manaus relataram, neste domingo, 4 de dezembro, uma série de problemas no atendimento da unidade, que, segundo os pacientes, estaria enfrentando uma situação semelhante à vivida em hospitais públicos da capital. As principais queixas envolvem demora excessiva, número insuficiente de atendentes e ausência de critérios de prioridade, inclusive para pessoas em estado visível de mal-estar.
De acordo com relatos colhidos no local, apenas dois atendentes estavam responsáveis por atender dezenas de pessoas, entre mulheres, homens, idosos e crianças, o que teria provocado longas filas e espera prolongada. Pacientes afirmam que pessoas chegaram passando mal, mas, ainda assim, foram obrigadas a aguardar atendimento conforme a ordem da senha, sem qualquer tipo de triagem emergencial.
“Tem gente passando mal, idoso, criança, e ninguém faz nada. Mandam esperar a senha ser chamada”, relatou uma usuária, visivelmente indignada. Outros pacientes confirmaram que não houve diferenciação de casos mais graves, o que gerou revolta entre os presentes.
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Diante da situação, várias pessoas protestaram na recepção do hospital, cobrando mais agilidade, reforço na equipe e sensibilidade por parte dos funcionários. Segundo os usuários, os atendentes teriam reagido de forma considerada insensível, limitando-se a orientar que todos aguardassem sua vez, sem apresentar soluções ou previsão de atendimento.
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O clima no local foi descrito como tenso, com reclamações constantes e sensação de abandono por parte dos pacientes. “A gente paga um hospital privado esperando um atendimento digno, mas está igual ou pior que hospital público”, afirmou outro usuário.
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Até o fechamento desta matéria, a direção do Hospital Adventista de Manaus não havia se manifestado sobre as denúncias. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.
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Fotos: Divulgação