Conhecer as características de cobras, aranhas, escorpiões, sapos e outros animais pode ajudar a prevenir riscos
Embora muitas pessoas usem os termos como sinônimos, animais peçonhentos e venenosos não são a mesma coisa. A principal diferença está na forma como a toxina é transmitida, e conhecer essa distinção pode ajudar a prevenir acidentes.
Segundo o Ministério da Saúde, animais peçonhentos possuem estruturas como presas, ferrões ou espinhos que permitem injetar a peçonha diretamente na vítima. Estão nesse grupo serpentes, escorpiões, aranhas e algumas espécies de peixes.
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Já os venenosos também produzem substâncias tóxicas, mas não conseguem inoculá-las. Nesses casos, o envenenamento ocorre por contato com a toxina ou pela ingestão do animal. Sapos e baiacus estão entre os exemplos mais conhecidos.
De acordo com especialistas, essas toxinas são usadas principalmente para defesa ou captura de presas. Por isso, esses animais não costumam atacar pessoas espontaneamente, e a maioria dos acidentes acontece quando eles se sentem ameaçados ou são manipulados.
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O Instituto Butantan recomenda manter distância ao encontrar um animal potencialmente perigoso e nunca tentar capturá-lo ou matá-lo. Em caso de picada, mordida ou contato com toxinas, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente para receber o tratamento adequado.