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Pedra na vesícula: conheça os sinais de alerta que não devem ser ignorados
Foto: Divulgação

Especialista explica quais sinais exigem atenção, quando a cirurgia pode ser necessária e como hábitos saudáveis ajudam a reduzir o risco de complicações

 A pedra na vesícula, também conhecida como cálculo biliar, é uma condição que pode permanecer silenciosa durante anos, mas também provocar dores intensas e complicações graves. Especialistas alertam que reconhecer os primeiros sintomas é fundamental para evitar problemas como inflamações, infecções e obstruções das vias biliares.

 

A vesícula biliar é um pequeno órgão localizado abaixo do fígado, responsável por armazenar a bile, substância que auxilia na digestão das gorduras. Os cálculos se formam quando componentes desse líquido se solidificam, originando pequenas pedras que podem variar de tamanho.

 

Um dos principais sinais de alerta é a dor na parte superior direita do abdômen, que pode surgir após refeições, especialmente aquelas ricas em gordura. O desconforto também pode atingir as costas e o ombro direito, sendo frequentemente confundido com problemas digestivos.

 

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Além da dor, pacientes podem apresentar náuseas, vômitos e sensação de estômago cheio. Embora esses sintomas também estejam associados a outras condições, a ocorrência frequente merece atenção e deve ser investigada por um profissional de saúde.

 

De acordo com especialistas, sinais como febre, calafrios e dor abdominal persistente podem indicar inflamação da vesícula, conhecida como colecistite. Outra manifestação preocupante é o surgimento de coloração amarelada na pele e nos olhos, chamada icterícia, que pode estar relacionada à obstrução das vias biliares.

 

Quando uma pedra se desloca e bloqueia os canais responsáveis pela passagem da bile, podem ocorrer complicações como pancreatite, inflamação do pâncreas, e colangite, infecção das vias biliares. Essas situações podem exigir internação hospitalar e tratamento de urgência.

 

O diagnóstico geralmente é realizado por meio de avaliação clínica e exames de imagem, principalmente a ultrassonografia abdominal. O tratamento depende da intensidade dos sintomas e das condições de saúde do paciente. Em casos sintomáticos, a retirada cirúrgica da vesícula pode ser recomendada, frequentemente por videolaparoscopia.

 

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Especialistas reforçam que nem todas as pessoas com cálculos biliares precisam passar por cirurgia, principalmente quando não apresentam sintomas. Entretanto, dores recorrentes devem ser avaliadas, enquanto dor intensa ou persistente, febre e icterícia exigem atendimento médico imediato para prevenir complicações.

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