Apesar do recuo, cotação da commodity ainda está cerca de 50% mais alta este ano
Os preços do petróleo registraram forte queda no mercado internacional após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de redução das tensões envolvendo o conflito com o Irã. A reação imediata do mercado levou o barril a despencar até 11%, após ter ultrapassado a marca de US$ 100 nos dias anteriores.
A queda ocorreu depois que Trump indicou que a guerra no Oriente Médio pode estar próxima do fim, o que diminuiu o temor de interrupções prolongadas no fornecimento global de petróleo. Com a sinalização de possível desescalada do conflito, investidores reduziram as apostas em preços elevados da commodity.
No auge da tensão, o barril chegou a cerca de US$ 119, impulsionado por preocupações com bloqueios no Estreito de Ormuz e cortes de produção de países do Golfo. Após as declarações do presidente americano, porém, as cotações recuaram rapidamente para níveis próximos de US$ 90 por barril.
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A mudança de cenário também impactou o mercado cambial. O dólar caiu pelo terceiro dia consecutivo, refletindo maior apetite por risco entre investidores e a redução das incertezas ligadas ao conflito internacional.
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Analistas avaliam que o mercado continua extremamente sensível a notícias relacionadas à guerra e a declarações de líderes políticos. Mesmo com o recuo recente nos preços, especialistas alertam que a volatilidade deve continuar enquanto persistirem dúvidas sobre o desfecho do conflito no Oriente Médio e possíveis impactos no fornecimento global de energia.