Tanques de armazenamento de petróleo da Saudi Aramco em Ras Tanura, Arábia Saudita
O preço do petróleo voltou a subir com força e o barril do tipo Brent ultrapassou a marca de US$ 103 na abertura dos mercados, impulsionado pelo agravamento da crise no Oriente Médio e pelo bloqueio no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de energia do mundo.
A alta reflete o temor de investidores com a interrupção no fluxo global de petróleo. O estreito é responsável por cerca de 20% de todo o petróleo transportado no planeta, e qualquer restrição na região provoca impacto imediato nos preços internacionais.
O bloqueio está ligado à escalada do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e aliados, que levou à redução drástica no tráfego de navios petroleiros e aumentou o risco de desabastecimento.
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Com menos oferta disponível no mercado, os contratos futuros do Brent reagiram rapidamente, voltando a patamares acima dos US$ 100, nível considerado crítico por analistas e que não era visto com frequência recente.
Especialistas apontam que a situação pode continuar pressionando os preços da energia e impactar economias ao redor do mundo, com reflexos diretos na inflação e no custo de combustíveis.
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O cenário segue instável e depende diretamente dos desdobramentos do conflito e de uma possível reabertura do Estreito de Ormuz, que continua sendo peça-chave para o abastecimento global de petróleo.