Caso aconteceu na madrugada desta quinta-feira na zona rural de Itarumã
As investigações sobre a apreensão de 340 quilos de cocaína em uma aeronave apontam que o piloto suspeito obrigou funcionários de uma fazenda a descarregar parte da carga de drogas após realizar um pouso na propriedade. Segundo a Polícia Federal, ele também destruiu o aparelho de GPS da aeronave e apagou as coordenadas das pistas clandestinas utilizadas durante o trajeto para dificultar o trabalho das autoridades.
De acordo com a apuração, o avião pousou em uma fazenda localizada em Mato Grosso, onde o piloto teria coagido trabalhadores rurais a retirar os fardos de cocaína da aeronave. Após o descarregamento, ele danificou equipamentos de navegação e eliminou registros que poderiam indicar a rota utilizada pelo tráfico.
A investigação aponta que a destruição do GPS fazia parte da estratégia da organização criminosa para impedir que a polícia identificasse outras pistas clandestinas usadas no transporte da droga. Mesmo assim, os agentes conseguiram reunir provas por meio de perícias, imagens e depoimentos de testemunhas.
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O piloto acabou preso durante a operação que resultou na apreensão dos 340 quilos de cocaína. A Polícia Federal acredita que a carga seria levada para outros estados brasileiros ou até enviada ao exterior por meio de uma rede de tráfico internacional de drogas.
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Foto: Reprodução
Os funcionários da fazenda prestaram depoimento e relataram que agiram sob ameaça, sem possibilidade de recusar as ordens do suspeito. As informações ajudaram os investigadores a reconstruir a dinâmica da ação e identificar o destino da carga.
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As investigações continuam para localizar outros integrantes da organização criminosa e esclarecer a origem da cocaína, além de identificar todas as pistas clandestinas utilizadas pelo grupo no transporte da droga. A Polícia Federal também apura se a aeronave já havia sido usada em outras operações do tráfico internacional.