Variação é a menor em cinco anos, mas supera inflação
Os planos de saúde coletivos registraram reajuste médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Apesar de ser o menor percentual dos últimos cinco anos, o aumento ainda preocupa por ficar bem acima da inflação oficial do país.
O levantamento mostra que, mesmo com uma leve desaceleração em relação a anos anteriores, os reajustes continuam em patamar elevado. Em 2025, por exemplo, a média ficou em 10,76%, indicando uma redução gradual, mas ainda com impacto significativo para empresas e beneficiários.
Nos contratos coletivos, que incluem planos empresariais e por adesão, os valores não têm teto fixado pela ANS, sendo definidos por negociações entre operadoras e contratantes, o que ajuda a explicar as variações mais altas em comparação aos planos individuais.
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Mesmo com a desaceleração recente, projeções indicam que os reajustes ainda devem permanecer acima da inflação em 2026, mantendo a preocupação com o impacto no orçamento das famílias e empresas.