Em Santa Catarina, UF com menor descoupação, apenas 2,7% da população na força de trabalho busca emprego. Por outro lado, taxa no Amapá ficou em 10%
A nova divulgação da PNAD Contínua aponta que o desemprego aumentou em 15 estados brasileiros no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o trimestre anterior. Apesar da alta em parte do país, seis unidades da federação ainda registram taxas abaixo de 4%, indicando um cenário bastante desigual no mercado de trabalho.
Segundo os dados do IBGE, a taxa média de desocupação no país ficou em 6,1% no período, refletindo um movimento de leve piora no emprego em algumas regiões, enquanto outras seguem com níveis historicamente baixos de desemprego.
Entre os estados com menores índices, aparecem Santa Catarina, Mato Grosso, Espírito Santo, Paraná e Rondônia, todos com taxas próximas ou abaixo de 4%, reforçando a concentração de melhores indicadores no Sul e em parte do Centro-Oeste.
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Já nas regiões com maiores taxas de desocupação, estados do Nordeste seguem liderando o ranking, com percentuais bem acima da média nacional, como Amapá, Alagoas, Bahia, Pernambuco e Piauí.
O levantamento mostra ainda que, mesmo com a alta em parte das unidades da federação, o país mantém uma diferença significativa entre estados com mercado de trabalho mais aquecido e aqueles com dificuldades estruturais de geração de emprego.
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Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que monitora o comportamento do mercado de trabalho em todo o país ao longo do ano.