O risco continua sendo determinado pelos fatores de sempre: hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, sedentarismo e histórico familiar. A segunda parece funcionar apenas como um gatilho
A segunda-feira pode representar um período de maior pressão para o coração. Estudos e observações médicas apontam que o início da semana está associado a um aumento na ocorrência de eventos cardiovasculares, especialmente o infarto.
Uma das explicações está na mudança brusca de rotina. Depois de dias de descanso, muitas pessoas retomam compromissos profissionais, acordam mais cedo e enfrentam novamente situações de estresse. Essa alteração pode provocar mudanças na pressão arterial, nos batimentos cardíacos e na liberação de hormônios relacionados ao estresse.
O organismo também pode sofrer com a alteração do sono durante a transição do fim de semana para a rotina de trabalho. Dormir menos ou mudar os horários de descanso pode afetar a pressão e a frequência cardíaca, além de contribuir para um maior desgaste físico.
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Especialistas destacam, porém, que a segunda-feira não é responsável sozinha pelos infartos. O risco está relacionado principalmente a fatores como hipertensão, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade e histórico familiar de doenças cardiovasculares.
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Por isso, sintomas como dor ou pressão no peito, falta de ar, suor frio, náusea ou dor que se espalha para braços, costas, pescoço ou mandíbula devem ser levados a sério. O atendimento médico rápido é fundamental diante de uma possível emergência cardiovascular.